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Um município do potencial agropecuário que tem Parintins, com posição geográfica privilegiada para o agronegócio familiar e empresarial, é inaceitável depender do estado para fazer o maior evento agropecuário do setor. Sempre foi assim, e continua sendo. Um absurdo! A prefeitura não consegue manter nem a estrutura do parque, recuperar então, nem pensar. Tem que pedir ao estado. Com essa falta de prioridade de ações concretas por parte do município, com olhos fixos em obras, não tem sequer um plano pra comprar semente de juta, malva e outros produtos para distribuir aos produtores rurais. Até pra fazer feira dependente de apoio do Estado, no caso, da ADS.
Parintins tem BASA, BB e CAIXA. Ainda tem o IDAM, e uma unidade da EMBRAPA, mas a opção dos prefeitos é importar alimentos. Os secretários de produção rural do município, da atual gestão e das passadas, fazem milagre com a equipe que tem. Penso até que fazem muito.
Até hoje Parintins não tem o PAA MUNICIPAL. Até hoje, penso eu, o restaurante popular deve estar parado, sem uso, com milhares passando fome na Ilha. Aliás, municípios com pendências do tipo do “restaurante popular” não poderiam receber verba federal enquanto não resolvesse o problema. Mas, pelo visto, está indo mais R$ 70 milhões do governo federal que, entre os argumentos, está o escoamento da produção. Que produção é essa do PA Vila Amazônia que precisa de R$ 70 milhões?
Só quem tira o interior da pobreza é o agronegócio familiar e empresarial, nem o PIM/ZFM, nem a festa dos BOIS, diminuíram a desnutrição e a pobreza na Ilha Tupinambarana.
Abaixo, matéria da SEPROR detalhando o apoio do estado e o evento que começou ontem…






