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Vi no site “AMAZONNEWS” a notícia desse estratégico e necessário encontro entre a nova direção do CONSEA com a SEAS. Não existe nada mais prioritário do que o combate à FOME, e, logicamente, ao inaceitável desperdício de alimentos. Por esse motivo, entendo que um dos mais importantes programas criados pelo governador Wilson Lima, sob o comando do Sistema SEPROR e parceiros, foi o Programa de Combate ao Desperdício de Alimentos.
Esse programa já conta, gratuitamente, com toda a bela estrutura do Banco de Alimentos do SESC/MESA BRASIL, a necessidade hoje é ampliar a estrutura de transporte e de pessoal para passar a coletar alimentos nas mais de quarenta feiras de Manaus. Hoje, pelo que sei, apenas duas ou três são visitadas por falta de equipe e de transporte. Então, todo investimento do estado, que também já está em parceria com o município de Manaus (SEMACC) tem que vir nessa direção. No momento, não precisamos investir em Banco de Alimentos, mas em ampliar a estrutura já existente de coleta, triagem e doação. E a razão é simples: quem tem fome, tem pressa. Quem duvida disso, recomendo visitar as diversas cozinhas comunitárias espalhadas pela capital, alguns bairros, e algumas entidades.
E tem mais, o desperdício não só existe nas feiras (onde temos mais de 40 sem ser visitadas por falta de pessoal e transporte), mas também na propriedade do produtor rural, supermercados, mercadinhos e no transporte.
Fiquei feliz com essa proximidade do CONSEA com a SEAS, vem muita coisa boa por aí…
THOMAZ RURAL

O presidente eleito do Consea-AM (Conselho de Segurança Alimentar do Amazonas), Clodoaldo Pontes, disse nesta quarta-feira (01/09) durante reunião com a secretária da Seas (Secretaria de Estado da Assistência Social), Alessandra Campêlo, que os principais
desafios à frente do colegiado são envolver a sociedade no debate sobre a segurança alimentar e nutricional, para se criar políticas públicas emergenciais de combate à fome que atinge o Amazonas.
“O desafio é, sobretudo, criar políticas públicas emergenciais de combate à fome, que hoje voltou no país. Além de dialogar com o governo e a sociedade, o Consea pode atuar tecnicamente e colaborar com a formulação das políticas públicas e fazer com que eles cheguem à população, sejam pessoas vulneráveis, da zona urbana, da floresta ou das águas”, disse Pontes.
De acordo com a secretária da Seas, Alessandra Campêlo, o
governo do Amazonas e o Conselho de Segurança Alimentar do Amazonas (Consea-AM), buscam entendimento para alinhar a elaboração e execução de políticas públicas de combate à fome na capital e interior do estado.
Alessandra considera que o diálogo com a sociedade civil, representada pelo Consea-AM, é fundamental para a gestão ter êxito na execução das políticas públicas.
“Sei a importância da participação da sociedade civil, desse controle externo que, na verdade, é uma cogestão a partir do momento em que os conselhos podem emitir opinião e ajudar na gestão”, afirmou a secretária de Assistência Social.
Além de Alessandra e de Clodoaldo Pontes participaram também do encontro quatro integrantes do conselho: Carlos Henrique Conceição (secretário-geral), Dra. Cinthya Martins (pesquisadora técnica), Maria Rosa Gomes (assessora) e Adele Costa (nutricionista).


