NOTA DE ESCLARECIMENTO

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A NOTA DE ESCLARECIMENTO do Sistema FAEA/SENAR/FUNDEPEC tira todas as dúvidas levantadas por alguns criadores rurais no dia de hoje. A NOTA traz informação da própria superintendente, Luiz Moura, após contato com o presidente Muni Lourenço.

Já trabalhei por anos na CONAB, conheço um pouco sobre esse assunto. Certamente o contrato com a empresa de braçagem, que é um sindicato, acabou recentemente, e no próximo dia 19 volta ao normal. Poucos dias, mas a superintendente disse que tinha outra opção, e que o ocorrido foi um caso isolado.

Pelo que tenho observado, o atual preço da Conab voltou a ser interessante (85,00 a saca), o criador rural cadastrado voltou a procurar a Conab. Parece que no mercado o menor preço é R$ 92,00. Também tenho visto alguns comentários sobre a burocracia para comprar no Conab. Eu acredito que já foi mais burocrático, tá bem melhor, e muita coisa pode ser feita por whatsapp. Este blog está a disposição da Conab para divulgar todo o passo a passo para cadastramento, atualização e fazer o pedido. Penso que essa informação vai esclarecer muita dúvida.

Quanto ao preço e reposição de estoque, tudo está dependendo da MEDIDA PROVISÓRIA que o governo federal se comprometeu em lançar. Só resta aguardar e torcer. A FAEA tem se esforçado e tem acompanhado a questão que envolve a MEDIDA PROVISÓRIA que vai permitir que a Conab compre milho no mercado para abastecer alguns estados, inclusive o nosso. Não tem outro caminho, não tem milagre, é pura questão de mercado, só o sucesso dessa MP impede de parar o programa Vendas em Balcão em todos o Brasil, pois o estoque está muito baixo.

Quanto a produzir milho no Amazonas, os produtores do sul do Amazonas vem optando por soja e arroz, pela combinação custo de produção e preço de mercado. O produtor escolhe o que é melhor para plantar e pra quem vender. Não adianta pensar que o produto, seja pouco ou muito, vai ficar no Amazonas, pois quem manda é o mercado, e o produtor vai vender pra quem pagar mais. E tem que ser assim mesmo…

Lamento que os governos passados esqueceram o setor primário, só tiveram foco no Polo Industrial de Manaus. Agora é correr contra o tempo perdido, pois só o agronegócio familiar e empresarial pode gerar emprego, renda e dignidade.

E com a UNIÃO dos nossos produtores rurais na reivindicação pautada na responsabilidade, equilíbrio, respeito e FUNDAMENTAÇÃO, sem INDIVIDUALISMO.

THOMAZ RURAL

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