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No meu ponto de vista, entendo que precisamos dar maior atenção para o assunto “Indicações Geográficas e Marcas Coletivas” em nosso estado. O Fórum vem fazendo sua função, observo que reúne regularmente, tem boa participação, tem a frente o SEBRAE, mas o Estado, por meio da SEMA e SEPROR, precisa ter um olhar especial para essa pauta que, inclusive, pode contar com recurso federal para algumas ações. O Sebrae também tem recurso, mas precisa de contrapartida estadual.
Lutamos por cadeias produtivas completas, vendendo bem, gerando renda ao produtor rural, mas temos todas as nossas IG´s com problemas, alguns de fácil solução, mas não estão evoluindo, precisam apenas de um olhar mais atencioso e um pequeno empurrão da esfera pública.
Os representantes da SEMA e da SEPROR nesse Fórum precisam encontrar uma brecha na agenda dos seus titulares para apresentar, sinteticamente, os gargalos das IG´s dos nossos produtos.
É preciso capacitar todos os gerentes das unidades locais do IDAM sobre IG´s, Marcas Coletivas, e aproveitar também falar sobre o SELO ARTE e o SISBI.
Por falar nesse assunto, amanhã, em Tefé, a Associação dos Produtores Agroextrativistas da Floresta Nacional de Tefé e Entorno vai discutir sobre o andamento do Projeto MARCAS COLETIVAS.
THOMAZ RURAL



