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A questão que envolve o preço do milho no Amazonas está ficando cada vez mais complicada. A recente decisão do governo federal em isentar a taxa de importação não surtiu efeito no Brasil. O valor da saca continuou subindo.
Agora, é aguardar a MEDIDA PROVISÓRIA que o governo federal pretende recompor o estoque do programa de Vendas em Balcão da CONAB. Vamos torcer que tenha sucesso, mas não é fácil comprar milho em momento de preço alto. Pode ter efeitos contrários, e aumentar ainda mais o preço ao criador rural.
Produzir milho no Amazonas em grande escala só na região sul do estado. Sei que a várzea tem potencial, mas quem sabe o que envolve a questão ambiental na várzea, inclusive acesso ao crédito, uso de tecnologia, sabe que não vai evoluir. É só perder tempo. Milho na várzea tem outro fim. É só lembrar que os armazéns da Conab (13 unidades armazenadoras em diversos municípios) foram instalados no Amazonas para esse fim, guarda e conservação do milho, inclusive com secador, mas não apareceu a produção. Os armazéns foram desativados, hoje, o de Parintins, é depósito do Garantido.
Outro caminho é o Grupo AMaggi, Itacoatiara, por onde passa milhões de toneladas de milho e soja. A ALEAM já fez pressão, a SEPROR já fez pressão, a FAEA também, até audiência pública já aconteceu em Itacoatiara, mas não evoluiu como queríamos. Falta pressão popular, do produtor rural, da associação e da cooperativa em cima do Grupo AMAGGI.
THOMAZ RURAL




Um comentário sobre “Milho: taxa zero não resolveu, e a situação agrava no AM (alternativas)”
Vergonha na cara e – vamos aproveitar fontes da nossa biodiversidade para produzir a ração própria.
O nosso peixe vai adquirir um sabor especial!