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Felizmente a ALEAM, por meio do deputado estadual Tony Medeiros, pautou que a questão ambiental precisa ser revista no Amazonas, pois está travando o desenvolvimento do setor primário, pois é um gargalos para o maior acesso ao crédito rural.
Não defendo nenhuma ilegalidade, nem culpo ninguém, já vem de décadas, mas não consigo entender, mas acredito que agora a ALEAM vai descobrir, qual a razão do Amazonas, em 2020, ter acessado 0,06% dos 31 bilhões do PRONAF. Na região Norte, ficamos atrás de Rondônia, Pará, Acre, Tocantins e Roraima.
Temos o mesmo código florestal, e o financiamento só é disponibilizado com dispensa e/ou licenciamento, então, qual a razão de Rondônia aplicar R$ 1,3 bilhões e o Pará aplicar R$ 493 milhões? No Amazonas, aplicamos apenas R$ 20 milhões.
Espero que o deputado Tony não desista pro bem da economia do interior do Amazonas.
Se temos o mesmo código florestal, qual a razão dessa gigantesca diferença. Será que tem outro motivo?
THOMAZ RURAL



