Opinião do BLOG >
Nesta quarta, dia 03, o Ministério da Agricultura trouxe uma excelente notícia que pode beneficiar a economia do interior do Amazonas com a autorização do registro de agroindústrias de bebidas em unidades móveis.
Em conversa com o amigo e superintendente da SFA/AM, Guilherme Pessoa fez o seguinte comentário: “…A publicação da Instrução Normativa 4/2021 é um grande avanço para o setor agroindustrial de bebidas, uma vez que traz a inovação de permitir a possibilidade de registro de fábricas móveis, equiparando o que já ocorre na produção de proteína animal, com os barcos SIF. Além de encurtar a cadeia produtiva e possibilitar contato direto do fabricante com o extrativista, o ganho na qualidade da matéria prima é inconteste. Atualmente, os frutos, como por exemplo o açaí, chegam em Manaus por embarcações sem a melhor estrutura de cadeia de frio, dentre outros aspectos, o que faz com que a qualidade do produto final seja aquém do possível. Agora, com o advento da fábrica móvel, o tempo entre colheita, manipulação e processamento do fruto será também encurtado...”.
THOMAZ RURAL

Abaixo, link do site do ministério detalhando essa autorização de registro….



Um comentário sobre “Guilherme Pessoa opina sobre decisão do MAPA que autoriza agroindústrias MÓVEIS”
Caro Thomaz, ainda no tempo da Agroamazon (depois tornou-se ADS) concebemos e elaboramos um projeto de um Entreposto de Pescado Modulado com uso de containeres, construído sobre balsa dentro das normas de Barco Fábrica do MAPA e apresentamos na Feira Internacional da Amazônia, realizada pela Suframa no Studio 5, que teve,inclusive, a visita do Presidente Lula no nosso stand.
Tenho esse projeto, inclusive com maquete eletrônica, nos meus arquivos. Acho que é a melhor opção para o setor pesqueiro, principalmente para a Cadeia Produtiva do Pirarucu Manejado do Amazonas.
Evidentemente, que após o período da safra do Pirarucu Manejado, que normalmente ocorre num período de quatro a cinco meses, essa estrutura móvel iria trabalhar com as demais espécies de peixes da região, conforme a sazonalidade da produção, apoiando, sobretudo, as comunidades ribeirinhas que não teem estruturas para a logística de escoamento da produção. É um grande avanço do MAPA no setor das agroindústrias.