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Existe um passado que precisa ser divulgado e que foi fundamental para que essa ação envolvendo exclusivamente produtores e escolas indígenas felizmente esteja acontecendo. Aliás, já virou referência nacional.
Essa justa legalidade de fornecimento por indígenas para escolas indígenas nasceu na CATRAPOA – Comissão de Alimentos Tradicionais que tem a coordenação do MPF, do procurador Fernando.
Foram várias reuniões e vídeos com a presença de vários órgãos federais de Brasília e do Amazonas.
Participei desde o início, defendi e ajudei a fundamentar essa implementação desde o primeiro momento. Se não fosse a determinação do procurador Fernando do MPF, do Guilherme da SFA/AM e do Casara e Alexandre da ADAF a NOTA TÉCNICA que permitiu essa entrega de alimentos nas condições produzidas pelos indígenas (as fotos mostram esses alimentos) não teria nascido, não teria sido assinada.
Isso sim é trabalhar em prol das comunidades indígenas, com ações concretas, sem discursos. Isso sim gera renda ao indígena, e não discurso.
Não vi um deputado estadual ajudar para essa conquista, não vi um discurso reconhecendo essa conquista na ALEAM ou na bancada federal. Uma tristeza! Temos tantas pautas úteis para nossos políticos, mas acredito que falta assessoria.
Esse NOTA TÉCNICA que nasceu no Amazonas já andou por todo o Brasil, já foi referência, é referência positiva, e por aqui não tem esse reconhecimento dos que foram eleitos pelo povo, muitos com votos dos nossos indígenas.
THOMAZ RURAL



