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O comentário do engenheiro de pesca Carlos Souza precisa, realmente, ser avaliado por todos. Só usando a TECNOLOGIA para acabar com os entraves mencionados pelo Carlos Souza. Se ela já existe para o necessário acompanhamento dos focos de queimadas, desmatamento e afins, o que está faltando para usar essa mesma tecnologia para agilizar a dispensa e/ou licenciamento ambiental? O que está faltando para a TECNOLOGIA agilizar a LEGALIDADE?
O Amazonas é gigante, e quanto mais distante da capital, maior é a necessidade do uso da TECNOLOGIA para facilitar a vida de quem mora longe. Por mais que o órgão responsável seja fortalecido nunca será o suficiente para atender os 350 mil produtores rurais. Repito, só a TECNOLOGIA resolve isso, mas tem que ser direcionada para esse FIM.
O governador, de forma corretíssima, já tem dado vários recados a seus assessores. Um deles, e bem recente, foi: “…não faz sentido preservar a floresta, sem que a gente preserve o nosso povo…“.
Volto a repetir. É agilidade dentro da LEGALIDADE! Usando a tecnologia, sem esquecer do ZEE que já vem se arrastando há décadas.
Vamos aguardar e torcer para que o licenciamento eletrônico, recentemente lançado, resolva esse entrave.
Abaixo, transcrevo as palavras do Carlos Souza, engenheiro de pesca…
“…É um problema que parece não ter fim. Quem está fora da região metropolitana tem dificuldade em acessar os serviços do IPAAM. Os prestadores de serviços, técnicos cadastrados no órgão tem dificuldade na comunicação. Não atendem telefones, não respondem mensagens nem e-mails e assim vamos ficando esquecidos. O produtor que depende da licença ambiental, da outorga ou dispensa para acessar o crédito “disponível” nos Bancos acaba desanimando, desistindo. E a burocracia só aumenta, mesmo em tempos de covid-19. Amanhã vai ser lançado (ainda para teste) o licenciamento eletrônico ou on-line. Vamos aguardar e torcer para que alguns empecilhos sejam vencidos...”
THOMAZ RURAL




