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O site do nosso IDAM trouxe a notícia do encontro entre o Sistema SEPROR e o BANCO DA AMAZÔNIA que aconteceu, hoje, por videoconferência (a foto é do google, meses atrás).
André Vargas, do Banco da Amazônia, afirmou que tem R$ 20 milhões disponíveis para a agricultura familiar. Disse que o “crédito tá disponível, basta chegar a demanda”. Complementou que pode até aumentar esse valor, mas não esqueceu de tocar, pela experiência que tem, no “processo burocrático“.
O secretário Petrucio Magalhães, também com larga experiência na dificuldade do acesso ao crédito (é só olhar para os números de 2019, e anos anteriores), de imediato afirmou que fará um grupo de trabalho envolvendo outras secretarias para destravar possíveis entraves.
Boa a iniciativa do Banco da Amazônia e do Sistema SEPROR, sabendo que o nosso IDAM terá, mais uma vez, papel fundamental nesse processo.
Contudo, lembro de recente reunião no Comitê de Apoio ao Agronegócio da FIEAM/FAEA, onde, sem meio termo, de forma direta, AFEAM e BANCO DA AMAZÔNIA citaram o a dispensa e/ou licenciamento ambiental como o maior entrave.
Nessa direção, lembro que, recentemente, o governador Wilson Lima revogou a Portaria 087 do IPAAM pedindo que seja desburocratizado o processo.
Entendo que o sucesso da aplicação dos R$ 20 milhões depende da nova Portaria.
Minutos atrás, recebi mensagem de Nhamundá, dizendo que já tinha lido a notícia no site do IDAM, e perguntando como a ATER privada poderia ajudar nesse processo, inclusive com empresa já credenciada no Banco da Amazônia.
THOMAZ RURAL



