(FNO 2016) Não dá pra aceitar 531 milhões em RONDÔNIA, e apenas 32 milhões no AMAZONAS

Quem acompanha este espaço sabe que venho, há anos, cobrando maior aplicação de recursos do FNO no Amazonas, mas o cenário avança lentamente, diferente do que acontece em outros estados onde o BASA  também opera o FNO. Nada contra a instituição, muito menos com seus servidores, mas o que quero, sonho e desejo é igualar aos 531 milhões de Rondônia, aos 464 milhões de Tocantins, aos 456 milhões do Pará e por aí vai….Não posso aceitar tão somente R$ 32 milhões por aqui, pois sou consciente dos reflexos negativos no área rural com esse péssimo desempenho. Sei que o BANCO DA AMAZÔNIA sabe as razões, mas não diz claramente o que acontece por lá, que não acontece por aqui. É isso que cobro dos superintendentes do BASA, e não discursos formais e elogios que não nos levam a nada. Soube que o BANCO DA AMAZÔNIA tem novo superintendente no Amazonas, Nélio Gusmão. Ainda não tive nenhum contato com ele, apenas o vi no lançamento da ROTA DO FNO em Manaus.  Espero que seja diferente dos últimos dois, pois se limitaram a dizer que tem MILHÕES (matéria abaixo) que, infelizmente, não chegaram ao setor rural como deveria, como queríamos e necessitamos. Sem falar das complicadas “renegociações” e do altíssimo índice de inadimplência.

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