| Volto a repetir, e farei tantas vezes quanto necessárias até a “Compensa” tomar a atitude de interagir efetivamente junto ao BB, BASA e CAIXA sobre a aplicação do crédito rural em nosso ESTADO. Tais agentes disseram, recentemente, no no Comitê de Agronegócio da FIEAM que a insuficiente ATER é o maior entrave. Isso é verdade, e a solução também passa pela boa vontade da “Compensa” que insiste em não enxergar que a estruturação física, financeira e salarial do IDAM é a única saída para desenvolver nosso estado sem depender do Polo Industrial. É só desse jeito que o discurso político vai virar realidade. Não é a toa que a Região Norte, assim como o Nordeste, detém o maior índice de extrema pobreza do país. Sem crédito, a produção agrícola avança a passos lentos. Nos próximos dias, vou divulgar novos números que impressionam, inclusive o anunciado lucro do BASA no Norte, mesmo tendo o Amazonas praticamente inadimplente. A baixa capilaridade dos agentes financeiros no Amazonas precisa ser encarada com seriedade. O número de servidores desses agentes também é insuficiente. Só discordo de alguns técnicos do BB, BASA e CAIXA que insistem em dizer que ATENDEM TODO O ESTADO DO AMAZONAS com a atual estrutura. Os números mostram que isso não é verdade. Também acho que já chegou a hora de termos superintendentes amazonenses com maior frequência no comando do BB, BASA e CAIXA. Os que vem de fora levam tempo para conhecer nossa realidade e, quando começam a entender, são transferidos. Por exemplo, o caso da renegociação da dívida dos juticultores da COOMAPEM até hoje não teve solução, mas já foi conversado seguramente com uns três superintendentes e outros tantos gerentes de agronegócio do BB. Um absurdo, e mais inaceitável é o silêncio da “Compensa” e da bancada federal. |