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Como anda esse importante programa na SEPROR ?

Um comentário sobre “Como anda esse importante programa na SEPROR ?”

  • Prezado Thomaz,
    Não poderia deixar sua pergunta sem resposta, vamos lá então.
    “Sepror Agroecológica” foi o apelido dado pelo nosso financiador (Fundo Amazônia/BNDES) ao Projeto “Apoio a atividades produtivas sustentáveis em áreas de populações tradicionais e de agricultores familiares no estado do Amazonas” aprovado em dezembro de 2013. O projeto foi pensado e elaborado para fortalecer 3 temáticas importantes coordenadas pelas Sepror: Borracha, Castanha e Agricultura Indígena.
    O recurso aprovado é da ordem de 14,9 milhões para estimular atividades produtivas sustentáveis de comunidades tradicionais e povos indígenas. A operação com recursos não reembolsáveis tem como objetivo apoiar iniciativas de conservação e uso sustentável dos ativos florestais do Estado do Amazonas, por meio do estímulo à retomada da exploração de seringais nativos e da agregação de valor à cadeia da castanha-do-Brasil junto à população tradicional extrativista. O projeto também visa ao fomento de atividades produtivas em comunidades indígenas, além de estudos, capacitação e assistência técnica rural.
    O Fundo divide a liberação do recurso em Planos de Aplicação (PAR) e estamos em plena execução do PAR 2014. As primeiras ações propostas para os componentes da borracha e castanha foram: aquisição de 3000 kit´s sangria, apoio para abertura de estradas (limpeza dos seringais) de 1.600 famílias extrativistas, aquisição de dois galpões flutuantes para armazenamento da borracha, inventários florestais sobre a produção de castanha e borracha no estado do Amazonas, produção de software da cadeia extrativista, curso de capacitação em boas práticas na coleta da castanha e borracha e curso de capacitação em metodologia de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER, para técnicos do IDAM/Sepror. Os extrativistas também receberão capacitações, sendo que nas próximas fases do projeto.
    Já para o componente da Agricultura Indígena, as ações propostas foram: aquisição de equipamentos para apoiar o escoamento da produção agrícola indígena, Implementação de 05 feiras agroextrativistas, curso de capacitação em agricultura indígena e metodologia de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER, para técnicos indígenas. Na próxima fase do projeto, estão previstas capacitações para os agricultores indígenas.
    O Fundo Amazônia exige que uma equipe técnica acompanhe e monitore toda a execução do projeto, como contrapartida do governo. A Sepror, conta com uma equipe muito compromissada, principalmente com os impactos que estas ações devem trazer as comunidades tradicionais e povos indígenas do Amazonas.
    No mais, me coloco à disposição para maiores esclarecimentos.
    Grande Abraço.

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