| Entre as principais razões, estão: distância do poder político estadual do setor primário, priorizando a defesa do Polo Industrial de Manaus; baixa aplicabilidade do Pronaf em decorrência do nosso vazio bancário; inexistência do Zoneamento Agrícola de Risco Climático que garante acesso ao seguro rural e a estrutura do IDAM que, nem de longe, é compatível com a necessidade dos nossos 275 mil produtores rurais. Sem falar da inconsistência dos projetos implementados com apoio do governo. Como exemplo mais recente, posso citar a USINA de BENEFICIAMENTO de BORRACHA inaugurada em IRANDUBA que, não está operando, trazendo graves entraves aos seringueiros e seus respectivos grupos formais no momento de negociar a produção. Pelo que sei, hoje, temos apenas um comprador no estado, o que não é bom para o mercado. |