o tema do painel de abertura do III Encontro de Pensadores em Cooperativismo,
que está sendo realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, no Estado do
Rio de Janeiro (OAB/RJ) até o dia 20 de novembro. Participaram advogados,
juristas, dirigentes de cooperativas, representantes do Sistema OCB de diversas
unidades estaduais.
palestrante do evento, foi homenageado na oportunidade com o prêmio Fábio Luz
Filho, jurista, pioneiro doutrinador do cooperativista fluminense.
responsabilidade como dirigente”, afirmou.
obtidos no encontro da Aliança Cooperativista Internacional (ACI) e acompanhou o
painel de abertura do encontro, desmembrado em três partes: na primeira, o
presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, falou sobre o papel do
Sistema OCB/Sescoop na construção e na reconstrução do cooperativismo no
Brasil.
OCB/Sescoop/CNCoop na construção da representatividade do cooperativismo
brasileiro e o que precisa ser aprimorado.
assinada, sendo cerca de 35.000 somente no ramo crédito. O movimento
cooperativista brasileiro vai movimentar R$ 3 bilhões só em 2013, o que equivale
a 8% do PIB do País. O nosso grande projeto hoje é a regulamentação do ato
cooperativo. Eu não conheço nenhuma cooperativa que enfrente dificuldades por
causa da Lei, no entanto, conheço várias com problemas por causa da falta de
regulamentação”, declarou.
representante da Aliança Cooperativa Internacional (ACI/Américas), Américo
Utumi, ministrar a palestra ACI Américas e as tendências do cooperativismo
mundial. Ele abordou quais as perspectivas para o cooperativismo no mundo nos
próximos anos e o trabalho promovido pela ACI Américas em todo o
continente.
uma cooperativa. O Brasil não ensina cooperativismo em nenhum momento ao longo
da educação. Por isso, o Sescoop está fazendo um trabalho importantíssimo no
país. O ser humano é individualista e não compreende que precisa estar em
contato com os demais. Desta forma, não esta aberto para entender o
cooperativismo”, frisou, acrescentando dados sobre o cooperativismo no
mundo.
associados, na Índia são 500 mil e no Japão todos os trabalhadores se filiam às
cooperativas.
de um banco cooperativista. No exterior, o desenvolvimento das cooperativas é
muito mais avançado. Nós próximos 10 anos prevemos o desenvolvimento do
cooperativismo no mundo e no Brasil há bastante espaço para crescer”,
destacou.
do cooperativismo como instrumento de redução de desigualdades sociais foi o
tema da última palestra do primeiro dia. O presidente do Sistema OCB/AM,
Petrucio Pereira de Magalhães Junior, abordou, além dos principais resultados
obtidos no encontro da ACI, que toda cooperativa do mundo pode ter o domínio
.coop. A mudança na logomarca da ACI e a criação de uma rede social voltada para
promover a intercooperação também são medidas importantes para dar maior
visibilidade e garantias ao segmento.
países. Mais de 100 milhões de empregos gerados, bilhões de pessoas impactadas.
Estarmos aqui na OAB/RJ já o início desse movimento para valorizar o
cooperativismo no Brasil. Tenho a certeza de que destes encontros entre
advogados iremos conseguir bons resultados para o cooperativismo brasileiro no
que tange as Leis. Nós avançamos muito nos últimos anos graças ao Sistema
OCB/Sescoop que tem feito um ótimo trabalho com as cooperativas do país”,
afirmou, acrescentando os programas que o Sistema desenvolve junto às
cooperativas, como o PDGC e o JovemCoop.
administrativo-financeiro do Sicoob Central Rio de Janeiro, Mary Virginia
Northrup, como presidente da mesa.
funcionários para que possamos atingir o sucesso plenodo cooperativismo”,
declarou.
Carla Santos – Jornalista Coopcom/AM
Os aspectos
políticos do cooperativismo no Brasil e no mundo foram o tema do painel de
abertura do III Encontro de Pensadores em Cooperativismo, que está sendo
realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, no Estado do Rio de Janeiro
(OAB/RJ) até o dia 20 de novembro. Participaram advogados, juristas, dirigentes
de cooperativas, representantes do Sistema OCB de diversas unidades
estaduais.
O presidente do
Sistema OCB-Sescoop/AM, Petrucio Magalhães Junior, palestrante do evento, foi
homenageado na oportunidade com o prêmio Fábio Luz Filho, jurista, pioneiro
doutrinador do cooperativista fluminense.
“Sinto-me
lisonjeado em receber esta medalha. Isso aumenta nossa responsabilidade como
dirigente”, afirmou.
Magalhães Junior
falou ao público sobre os principais resultados obtidos no encontro da Aliança
Cooperativista Internacional (ACI) e acompanhou o painel de abertura do
encontro, desmembrado em três partes: na primeira, o presidente do Sistema OCB,
Márcio Lopes de Freitas, falou sobre o papel do Sistema OCB/Sescoop na
construção e na reconstrução do cooperativismo no Brasil.
Entre os pontos
abordados por Freitas, o papel do Sistema OCB/Sescoop/CNCoop na construção da
representatividade do cooperativismo brasileiro e o que precisa ser
aprimorado.
“No Brasil, o
cooperativismo gera 321 mil empregos com carteira assinada, sendo cerca de
35.000 somente no ramo crédito. O movimento cooperativista brasileiro vai
movimentar R$ 3 bilhões só em 2013, o que equivale a 8% do PIB do País. O nosso
grande projeto hoje é a regulamentação do ato cooperativo. Eu não conheço
nenhuma cooperativa que enfrente dificuldades por causa da Lei, no entanto,
conheço várias com problemas por causa da falta de regulamentação”,
declarou.
Logo depois do
presidente do Sistema OCB Nacional, foi a vez do representante da Aliança
Cooperativa Internacional (ACI/Américas), Américo Utumi, ministrar a palestra
ACI Américas e as tendências do cooperativismo mundial. Ele abordou quais as
perspectivas para o cooperativismo no mundo nos próximos anos e o trabalho
promovido pela ACI Américas em todo o continente.
“Um dos grandes
problemas é que os legisladores não sabem o que é uma cooperativa. O Brasil não
ensina cooperativismo em nenhum momento ao longo da educação. Por isso, o
Sescoop está fazendo um trabalho importantíssimo no país. O ser humano é
individualista e não compreende que precisa estar em contato com os demais.
Desta forma, não esta aberto para entender o cooperativismo”, frisou,
acrescentando dados sobre o cooperativismo no mundo.
De acordo com
Utumi, na China as cooperativas têm milhões de associados, na Índia são 500 mil
e no Japão todos os trabalhadores se filiam às cooperativas.
“No Brasil demorou
95 anos para o Banco Central aceitar a criação de um banco cooperativista. No
exterior, o desenvolvimento das cooperativas é muito mais avançado. Nós próximos
10 anos prevemos o desenvolvimento do cooperativismo no mundo e no Brasil há
bastante espaço para crescer”, destacou.
Cooperativismo e
Poder Público: implementação de ações afirmativas do cooperativismo como
instrumento de redução de desigualdades sociais foi o tema da última palestra do
primeiro dia. O presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Pereira de Magalhães
Junior, abordou, além dos principais resultados obtidos no encontro da ACI, que
toda cooperativa do mundo pode ter o domínio .coop. A mudança na logomarca da
ACI e a criação de uma rede social voltada para promover a intercooperação
também são medidas importantes para dar maior visibilidade e garantias ao
segmento.
“O movimento
cooperativista tem uma força impressionante nos demais países. Mais de 100
milhões de empregos gerados, bilhões de pessoas impactadas. Estarmos aqui na
OAB/RJ já o início desse movimento para valorizar o cooperativismo no Brasil.
Tenho a certeza de que destes encontros entre advogados iremos conseguir bons
resultados para o cooperativismo brasileiro no que tange as Leis. Nós avançamos
muito nos últimos anos graças ao Sistema OCB/Sescoop que tem feito um ótimo
trabalho com as cooperativas do país”, afirmou, acrescentando os programas que o
Sistema desenvolve junto às cooperativas, como o PDGC e o
JovemCoop.
O painel contou
com a presença da diretora administrativo-financeiro do Sicoob Central Rio de
Janeiro, Mary Virginia Northrup, como presidente da mesa.
“Temos que
trabalhar pelos nossos cooperados, familiares e funcionários para que possamos
atingir o sucesso plenodo cooperativismo”, declarou.
Fonte: Chandra
Santos e Richard Hollanda – Montenegro Comunicação e Carla Santos – Jornalista
Coopcom/AM



