Opinião/Informação:
Já faz muito tempo que venho defendendo a inclusão de duas atividades na PGPM-Bio: o peixe ornamental de Barcelos e, como mostra a matéria de hoje, a pesca de camarão da Comunidade Brasília, no município de Parintins.
São duas atividades que envolvem produtos de origem animal e que hoje, graças a uma iniciativa que defendo há anos — com o apoio de vários parceiros, entre eles OCB, FAEA e FETAGRI — já possuem legislação federal que permite o pagamento de subvenção federal. Eu iniciei essa luta e conseguimos!
Não tenho nenhuma dúvida de que essas duas atividades se enquadram perfeitamente nos objetivos da PGPM-Bio.
O que me entristece é ver, nos comentários das mídias, alguns “doutores” que só se ocupam em defender líderes que são especialistas em corrupção e ONGs ambientalistas. Enquanto isso, pouco ou nada fazem para apresentar soluções concretas para quem vive e trabalha no interior do Amazonas.
Eu sigo fazendo a minha parte. Continuo atento a tudo que interessa ao meu Amazonas, defendendo propostas que possam beneficiar tanto o pequeno quanto o grande produtor rural.
Quero ver quem será meu aliado nessa caminhada, uma pauta que venho defendendo há bastante tempo.
As duas cadeias produtivas — a do peixe ornamental e a do camarão — remuneram MUITO MAL o pescador artesanal. E, no caso do camarão, existe ainda um componente social muito importante: a participação de muitas mulheres nessa atividade.
Além da PGPM-Bio, vejo outra possibilidade concreta para o camarão da Comunidade Brasília: a conquista de uma IG — Indicação Geográfica. É uma forma de agregar valor, fortalecer a identidade do produto e melhorar a remuneração de quem realmente está na base dessa cadeia.
Enquanto alguns otários continuam preocupados em defender líderes corruptos, eu sigo apresentando soluções sociais, econômicas e ambientais para o Amazonas.
E o pior: alguns desses “defensores” sequer nasceram aqui. Qualquer dia arrumam as malas, vão embora e deixam para trás um Amazonas cada vez mais isolado, sem infraestrutura e sem alternativas de atividade econômica para sua população.
Eu prefiro continuar aqui, fazendo a minha parte e defendendo quem produz, quem trabalha e quem vive no Amazonas.
Abaixo, matéria do PARINTINS24HORAS e do FALANDO A VERDADE DOS FATOS.
THOMAZ RURAL


