Será que o brasileiro sabe que pagam a miséria de R$ 50 reais para o caboclo preservar a FLORESTA no Amazonas?

Opinião/Informação:

Será que o brasileiro sabe que o caboclo que manteve a floresta em pé — para ele e para o mundo — recebeu apenas R$ 50 por mês por esse chamado “serviço ambiental”?

Será que o brasileiro sabe que essa miséria, travestida de política pública e chamada de Bolsa Floresta, alcança menos de 1% dos nossos caboclos?

Será que o brasileiro sabe que, mesmo com bilhões de reais vindos do exterior em nome da preservação, esse valor vergonhoso ficou congelado por 14 anos em R$ 50?

Será que o brasileiro sabe que esse dinheiro sai do caixa do Governo do Estado e vai parar nas mãos de uma ONG, a FAS, enquanto o caboclo continua sem água tratada, sem energia, sem saúde e sem dignidade? Qual a razão dessa intermediação? E o caboclo que tá fora das UNIDADES DE CONSERVAÇÃO?

Será que o brasileiro sabe que esse programa de “serviços ambientais” virou uma vitrine para captar recursos — nacionais e internacionais — usando a imagem do homem da floresta, mas sem transformar, de fato, a vida de quem mais precisa?

A verdade é dura: o brasileiro não sabe. E se soubesse, não aceitaria.

Não aceitaria ver quem protege a floresta viver isolado, doente, passando necessidade, enquanto discursos bonitos circulam pelo mundo em nome da sustentabilidade.

Não aceitaria que a preservação ambiental, tão celebrada lá fora, aqui dentro se traduza em abandono.

O povo brasileiro precisa abrir os olhos e se indignar com esse teatro ambiental que impõe miséria a quem mais contribui com o planeta.

E para completar o absurdo: até essa miséria — que não chega nem a 1% dos que deveriam ser beneficiados — ainda sofre com atrasos no pagamento.

Isso não é política ambiental. Isso é injustiça institucionalizada. Veja as postagens abaixo mostrando como tudo começou e nada mudou. Aliás, mudou para poucos.

THOMAZ RURAL

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