Direito ao Macaco, Miséria ao Humano: A política do Ibama e do PT que ignora quem passa fome e não tem casa…

Opinião/Informação:

Para o governo federal e órgãos ambientais, a prioridade parece clara: destinar vastas extensões de terra para a fauna, enquanto o cidadão amazonense, que o PT afirma defender, sequer possui um metro quadrado regularizado para morar, sem emprego, com fome e na pobreza. É destaque neste final de semana no Jornal A CRÍTICA a preocupação com o desaparecimento do Sauim-de-coleira. O discurso ambientalista, reforçado pelo IBAMA e pelo Governo Federal, foca na proteção da espécie, mas omite o abismo social que essa política aprofunda. Recentemente, um decreto federal destinou cerca de 21 mil hectares — área equivalente a 21 mil estádios da Arena da Amazônia — para o primata. Enquanto isso, mais da metade da população do Amazonas segue sem moradia digna e sem segurança alimentar básica. O teatro ambiental ignora que parte dessas terras engloba áreas de agricultores familiares que dependem do plantio para sobreviver. Essa “preocupação” seletiva soa como pretexto para a captação de novos recursos financeiros que, historicamente, se perdem na burocracia de projetos e consultorias sem nunca chegar à mesa do produtor rural ou à realidade das periferias. O Sauim ganhou seus 21 mil hectares; já o povo pobre do Amazonas continua à margem, invisível diante das prioridades de Brasília.

THOMAZ RURAL

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