Opinião/Informação:
Abaixo, tem a íntegra da nota do SINFAGRO/AM e vídeo do Samuel Bernardo tratando do mesmo assunto. Já disse outras vezes, volto a repetir: Não aceito qualquer novo custo ao produtor rural (de todos os tamanhos) enquanto não estacar a corrupção. Não é justo aumentar o custo de quem produz quando o dinheiro público é muito mal aplicado. Desse ponto eu não arredo o pé. Agora, quanto ao assunto de cobranças das taxas, lembro que tinha um ponto CENTRAL levantado por produtores rurais e com apoio da FAEA. Pelo que chegou até a minha pessoa eram apenas, me parece, que três artigos, e não toda a LEI. Penso que os deputados escolheram o caminho mais fácil, que não era essa a demanda inicial do setor primário. Agora, tem dois caminhos:
- O governador só sancionar os artigos da demanda inicial, penso que seja o ligado a inspeção com retroatividade, permanecendo os demais;
- Se o governador sancionar do jeito que foi da ALEAM, é iniciar imediatamente diálogo amplo para nova LEI com os ajustes sem sobrecarregar o bolso do sofrido produtor rural;
- Um pergunta: as taxas pagas caem no caixa da ADAF ou numa conta única? Se for numa conta única, nem vou comentar;
- Estamos em ano de eleição, então, devemos, sempre que possível, manter o foco das demandas tecnicamente, sem viés político partidário.
Tinha vontade de saber a posição da deputado estadual Joana Darc sobre o assunto acima, afinal, tem ligação próxima com a ADAF, próxima do governador Wilson Lima e médica veterinária.
THOMAZ RURAL


