Quero ouvir os defensores da “bioeconomia” sobre essa IMORAL renda familiar de R$ 328 por mês.

Opinião/Informação:

Certamente irão dizer que está ótima, pois vivem no ar condicionado e com bons salários. Nosso povo que preserva o verde não pode viver de miséria.

A renda dessa atividade para as 626 famílias extrativistas foi de insignificantes R$ 3.930,00 por família. Se dividirmos esse valor por 12 meses, chegamos a R$ 328,00 de renda mensal por família. Isso tem nome: RENDA IMORAL.

Basta ler a matéria do nosso JC e conferir o cálculo.

Sempre tive — e continuo tendo — grande respeito pela ASPROC de Carauari. Ela não tem culpa desse resultado. Contudo, certamente seus líderes devem concordar comigo: eles já conhecem a capital, os shoppings de Manaus, do Brasil e até do mundo, enquanto as famílias envolvidas nessa atividade seguem vivendo com renda miserável e trabalho pesado.

As ONGs adoram essa miséria, porque é em cima dela que continuam ganhando. Mas comigo isso não cola mais. Durante algum tempo até me enganaram, mas hoje já entendi o modus operandi.

Gostaria muito de ouvir alguns intelectuais e defensores da chamada bioeconomia comentarem essa renda familiar de R$ 328 por mês.

Repito: essa merreca pode até estar ótima para ONGs e algumas lideranças comunitárias. Mas para quem pega no pesado, é simplesmente inaceitável.

Fica aqui a minha indignação.

Abaixo, o link da matéria do JC.

THOMAZ RURAL

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