Opinião/Informação:
Quero saber quanto (R$) os doutores em “bioeconomia”, as ONGs (FAS e IDESAM, por exemplo) e os ongueiros estão tirando do cofre para comprar essa produção de polpa de cupuaçu que está sem mercado, sem preço e sendo desperdiçada no interior do Amazonas. A ONG FAS quer gastar R$ 10 milhões para contratar avião para sobrevoar a floresta? A ONG IDESAM, nadando de braçada em recursos financeiros das indústrias, via PPBio da SUFRAMA, quanto vai tirar do cofre para comprar essa polpa?
Em postagem anterior, já perguntei sobre a ADS e a CONAB. Até agora, zero resposta.
A primeira parece só pensar em feiras.
A segunda parece só enxergar farinha de mandioca. Usou R$ 12 milhões para comprar farinha e agora diz que não tem recursos para adquirir a polpa de cupuaçu. Mas, para pêssego no Sul do país, a CONAB teve dinheiro. É muito fácil falar em bioeconomia com a barriga cheia e elaborar planos em que, no papel, cabe tudo.
Apareçam em Novo Olinda do Norte e apresentem esse tal Plano de Bioeconomia, feito com dinheiro alemão, com direcionamento alemão, que veio do caixa da ONG FAS.
Enquanto eu estiver vivo, vocês podem até continuar tentando nos fazer de otários.
Mas ficará registrado.
Quem tem poder para agir, que tome a atitude. Esse caos está onde tem energia, e onde não tem? Manaus precisa ter uma CEASA, uma CENTRAL DE BENEFICIAMENTO DE PRODUTOS REGIONAIS para uso coletivo de produtores, associações, cooperativas e colônias.
THOMAZ RURAL








