Opinião/Informação:
Ao acompanhar a recente postagem da ASPROC — grupo pelo qual nutro profundo respeito e admiração pelo trabalho sério que realizam — não pude deixar de recordar um instrumento de comercialização que defendo há décadas: o Prêmio Escoamento de Produto (PEP) para o Extrativismo. Diante das dimensões continentais do Amazonas, o PEP é a ferramenta mais eficiente para garantir que nossa produção chegue ao mercado com preço justo. Defendi essa pauta pela primeira vez no auditório da FAEA, a convite do presidente Muni Lourenço, diretamente para a equipe da então ministra Kátia Abreu. Recentemente, soube que o MDA voltou a pautar a implementação do PEP no estado. No entanto, o que vemos é uma crônica falta de vontade política e conhecimento técnico para tirar o projeto do papel. Enquanto o Amazonas espera, milhões de reais são destinados a outras regiões. Se pesquisarem em minhas publicações anteriores, verão como o PEP do extrativismo se encaixaria com perfeição para escoar, por exemplo, as 43 toneladas de borracha da ASPROC. É hora de transformar potencial em prática! Tenho certeza que isso não entrou em pauta na ALEAM nem na CONAB. Espero que esteja errado!
THOMAZ RURAL


