Mais do que um grão essencial na alimentação e na economia, o milho é símbolo de como a ciência pode transformar o campo.
A intensificação tecnológica tem permitido que áreas antes pouco férteis se tornem produtivas, que o solo seja manejado com mais inteligência e que o cultivo rotacionado (como o milho safrinha segunda safra após a soja) potencialize o uso da terra ao máximo.
Além disso, práticas como o Plantio Direto e, o Zoneamento de Risco Climático e o Sistema Antecipe se mostram grandes aliadas do produtor, reduzindo perdas e protegendo recursos naturais.
Estudos mostram que, se o Brasil ainda usasse as práticas dos anos 1990, seriam necessários mais de 55 milhões de hectares para colher o volume atual
de milho.
Mas hoje, usamos apenas 18 milhões. Isso significa que mais de 37 milhões de hectares foram “poupados” — uma área maior que a soma da Alemanha e de Chipre.
Quer entender melhor como isso é possível?
A publicação Tecnologias Poupa-Terra detalha as soluções desenvolvidas pela Embrapa e parceiros, que vêm revolucionando a produtividade do milho e de outras culturas, aliando eficiência e sustentabilidade.


