Potencial travado, mesmo com CBA e EMBRAPA tendo tecnologia…

Opinião/Informação:

Já se vão anos ouvindo sobre o potencial revolucionário do Curauá em nossa região. Instituições de peso, como o CBA e a EMBRAPA, já detêm pesquisas avançadas que comprovam como essa fibra pode transformar a indústria. No entanto, esbarramos na velha barreira que impede o Amazonas de avançar: a falta de crédito rural, a ausência de regularização fundiária e as amarras do licenciamento ambiental. Nada anda na velocidade que o povo precisa. Vivemos cercados pelo verde, mas mergulhados na miséria. É um contraste cruel. Enquanto quem nos trava vive com dignidade e conforto, nossos produtores lutam pela sobrevivência. Assistimos a governadores que se calam, virando as costas para quem quer empreender e dobrando os joelhos para a agenda de ONGs. Se a “caneta da Compensa” estivesse em mãos que priorizam o desenvolvimento local, essas organizações seriam subordinadas às diretrizes do Estado e ao interesse público, e não o contrário. Hoje, a inversão de valores é total: as ONGs determinam o ritmo, e o poder público silencia. Qual o motivo dessa submissão? A EMBRAPA é clara: o Curauá pode revolucionar a indústria. Contudo, o recurso que deveria fomentar essa inovação industrial — com o aval da SUFRAMA — parece ter destino certo nas mãos de entidades como a ONG IDESAM, enquanto o produtor na ponta continua sem o suporte necessário para transformar potencial em realidade.

THOMAZ RURAL

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