Opinião/Informação:
Avisei bem antes. É para isso que servem muitas COPs.
Corrupção e ONGs ambientalistas reforçando o próprio “caixa” em nome da suposta preservação do verde, enquanto o povo continua na miséria. Vejam esta matéria, com base em dados do TCU. Observem com atenção: ONGs são utilizadas como intermediárias para driblar a fiscalização do Tribunal de Contas, criando um sistema opaco, distante de quem realmente preserva a floresta. Tenho dó do povo do Norte, que manteve a floresta em pé para o mundo, mas que nem de binóculo consegue enxergar esses recursos que circulam em nome da Amazônia. Isso não é coincidência. Isso é método. E deixo o alerta: isso é só o início.
THOMAZ RURAL
O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou irregularidades nas licitações que definiram as empresas responsáveis pela organização da COP30, a conferência do clima realizada no mês de novembro passado na cidade de Belém (PA), incluindo falhas nos critérios de seleção permitiram a comercialização de produtos por preços até 1.000% superiores àqueles praticados no mercado.
A entidade que realizou as licitações é uma ONG denominada “Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI)”, que apesar de insinuar subordinação, não tem qualquer relação com a Organização das Nações Unidas (ONU). A tal OEI, parceira do governo Lula (PT) em outros negócios e contratos, foi contrada po meio bilhão de reais para organizar a COP30, considerada um fracasso, até pela suência de chefes de Estado e de Governo relevantes.
O descontrole chegou a tal ponto que o Estadão, ao divulgar a informação, citou o caso de uma cadeira de R$150,00 que, no evento internacional, era comercializada a R$1.650,00.



