Opinião/Informação:
Veja neste vídeo como é simples alavancar a economia do interior do Amazonas por meio do IDAM. São inúmeras ações positivas realizadas por uma equipe reduzida, sobrecarregada e mal remunerada. Se as Unidades Locais ganharem musculatura — física, estrutural e salarial — ninguém segura o Amazonas. Os recursos hoje destinados às ONGs, especialmente à FAS e ao IDESAM, deveriam priorizar o fortalecimento das Unidades Locais do IDAM. As ONGs deveriam atuar apenas como prestadoras de serviço, sob coordenação do IDAM. O que vemos hoje é o inverso: são elas que ditam regras, influenciam governos e até pautam presidentes da República quando o assunto é “renda digna” na Amazônia. Em síntese, o caminho é claro: livrar o IDAM de indicações políticas sem cabimento, blindar sua presidência e diretorias de gestões escandalosas — como já vimos em um passado não tão distante — e valorizar de verdade seus servidores. Lutamos tanto por um concurso público, mas a péssima remuneração está esvaziando o quadro técnico. O mais triste é ver a realidade das Unidades Locais: muitas vezes falta até gasolina, enquanto ONGs nadam em recursos e, não raro, recorrem ao próprio IDAM para executar ações. Esse cenário precisa mudar urgentemente. O IDAM é o caminho da mudança.
THOMAZ RURAL


