Opinião/Informação:
Continuo compartilhando mais “tecnologias” que devem ser resultado das consultorias da GIZ/GTZ, USAID e de outras ONGs ambientalistas aplicadas no interior do Amazonas — justamente onde são destinados recursos captados na Alemanha, Noruega, França, Estados Unidos, Fundo Amazônia, entre outros. O nosso povo é guerreiro, mas não é mais besta. Cada vez mais, as comunidades estão atentas a esse pessoal que chega prometendo mundos e fundos e deixando muito pouco de resultado concreto. E tem um detalhe: levando todas as nossas informações, das nossas potencialidades. A Alemanha já iniciou o cultivo do pirarucu por lá. E agora surge a nova moda: crédito de carbono, oferecido em troca de água, luz, internet e outros serviços básicos para comunitários, como aconteceu em Carauari, no RioZinho. É preciso abrir o olho. Nada é de graça, e quem vive na ponta precisa entender exatamente o que está sendo negociado — e a quem isso realmente beneficia.
THOMAZ RURAL








