Se assumir o governo e executar o ZEE, terá feito em nove meses o que não foi feito em mais de duas décadas.

Opinião/Informação:

Concluir o ZEE do Purus e dar início ao ZEE das demais regiões significaria realizar a ação mais importante, estratégica e necessária para o Estado do Amazonas. No entanto, quem fizer isso terá de enfrentar o poder das ONGs, com pé dentro dos governos, que se mantiveram em silêncio durante os governos Eduardo Braga, Omar Aziz e agora Wilson Lima, sempre que o tema foi o ZEE-AM. O que antes custava R$ 11 milhões, hoje passou a exigir cerca de R$ 55 milhões — valor absolutamente irrisório diante do volume das chamadas emendas parlamentares e do orçamento milionário das ONGs que atuam no estado. O governador Wilson Lima determinou publicamente por duas vezes a execução do ZEE. Ainda assim, a ordem não foi cumprida. O titular da SEMA simplesmente não executou, pois atende prioritariamente aos interesses de ongueiros e agendas externas, e não às necessidades do Amazonas. É inconcebível que o estado não disponha de uma ferramenta básica que organize o território em zonas ambientais e socioeconômicas distintas, dando segurança jurídica, planejamento e desenvolvimento sustentável. Estive três meses no governo Wilson, em 2019, com esse objetivo claro. A SEMA protelou o processo até 2021 (conforme documento anexo) e, de forma conveniente, transferiu a responsabilidade para a SEDECTI. Tudo muito “bem planejado”. Por isso digo, de forma direta, ao vice-governador: se assumir o governo e executar o ZEE, terá feito em nove meses o que não foi feito em mais de duas décadas.

THOMAZ RURAL

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