O Brasil precisa de menos discurso e mais Embrapa. Pesquisa reforça o papel da meliponicultura

Opinião/Informação:

Mais uma vez, a Embrapa comprova que a ciência pode — e deve — ser colocada a serviço do Brasil real. Só não reconhece isso quem prefere manter o nosso povo pobre, sem atividade produtiva, dependente de bolsas e do assistencialismo permanente. Esse é o verdadeiro e correto destino dos recursos internacionais: produção, renda, trabalho e dignidade. Direcionar dinheiro para ONGs, na maioria dos casos, é rasgar recursos e comprometer o futuro do país. Nesse modelo, ganham apenas poucos privilegiados: diretorias, consultorias e estruturas que vivem de projetos, não de resultados. Fui enganado por anos acreditando que havia seriedade e compromisso. Hoje não mais. O que existe, em grande parte, é o uso do sofrimento do povo pobre como vitrine para captar recursos que não chegam na ponta, não geram autonomia e não transformam a realidade. Desenvolvimento de verdade se faz com ciência aplicada, produção no campo e respeito a quem trabalha — não com discursos vazios e intermediários que vivem da miséria alheia.

THOMAZ RURL

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