Opinião/Informação:
A tal “sustentabilidade” da ADS continua apenas no discurso. Na prática — como mostra a imagem abaixo — a realidade é outra: seguem comprando sacos plásticos poluentes, que logo após o uso são descartados na natureza. Onde estão a SEMA, o IPAAM e as ONGs ambientalistas que deveriam estar dialogando e corrigindo esse rumo? Essa falsa sustentabilidade compromete não só a ADS, mas o governo como um todo.
A foto deixa claro: na ponta da cadeia, poderia perfeitamente estar sendo usada a sacaria regional feita com fibras de juta e malva, fortalecendo toda uma cadeia produtiva — do agricultor familiar à indústria local. Até quando vamos continuar encenando esse teatro ambiental? Nas cestas do PAA da SEPROR também poderiam ser usados sacos de juta e malva.
Os R$ 126.997,95 gastos poderiam — e deveriam — ser investidos nas indústrias que compram e beneficiam fibras aqui mesmo no Amazonas e no Pará. Fica mais uma vez a dica: coerência entre discurso e prática é o mínimo que se espera de quem fala em desenvolvimento sustentável.
O valor do saco de ráfia é de R$ 3,45 unidade.
THOMAZ RURAL




