Aos deputados Amom, Pauderney e a cunhã do meu Garantido, Isabelle Nogueira.

Opinião/Informação:

Sugiro a leitura do artigo abaixo ao deputado federal Amom Mandel, ao deputado federal Pauderney Avelino e à Cunhã do meu Boi Garantido, Isabelle Nogueira.

Minha intenção não é polemizar nem mudar convicções — apenas peço que vocês ouçam o outro lado do debate sobre o novo licenciamento ambiental, especialmente diante de tantas vozes que se dizem “ambientalistas” e que, curiosamente, recebem recursos de países que fazem exatamente o oposto do que tentam nos impedir de fazer aqui.

O Código Florestal continua em vigor. A fiscalização também. O tão falado sistema de comando e controle ambiental permanece intocado.
O que o novo licenciamento propõe não é flexibilizar a proteção do meio ambiente, mas sim corrigir a lentidão, o excesso de burocracia e a ineficiência do Estado, que acabam travando o desenvolvimento sustentável e impedindo quem quer empreender — inclusive pequenos produtores — de gerar renda e dignidade.

O Brasil já tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, mas isso não pode ser desculpa para a omissão ou para a criminalização da produção.

O que não podemos aceitar é ver o poder público servindo de barreira, enquanto quem quer trabalhar fica refém da “boa vontade” de estruturas que, muitas vezes, atuam mais como trava do que como fiscalização.

Se quisermos um Amazonas com floresta em pé e gente de pé, precisamos de equilíbrio. E para isso, é essencial ouvir todos os lados.

Veja, abaixo, artigo do Miguel Daoud, Canal Rural. Cllique no link

THOMAZ RURAL

https://www.canalrural.com.br/opiniao-noticias/licenciamento-ambiental-modernizacao-necessaria-nao-retrocesso

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