JC destaca avanço e identifica gargalos no AGRO do Amazonas

Opinião/Informação:

É fazer o ZEE, usar as tecnologias da EMBRAPA e tirar a área ambiental do comodismo, ou deixar de atender apelos internacionais que nos isolam e empobrecem para que o financiamento rural chegue na ponta. TEMOS QUE PRODUZIR ALIMENTOS, em paralelo, colocar doutores do Amazonas (UEA, UFAM ou dos Sistemas) no comando da área ambiental para que o crédito de carbono chegue no bolso do caboclo. Infelizmente, só existe no futuro, só na imaginação, e já sendo identificados casos graves de crédito de carbono pelo MPF-AM, em Carauari, citando nomes conhecidos do Amazonas. Já mandaram até parar TUDO. Fazer o mesmo, com os mesmos, só dá nisso. Lembrando as prioridades do nosso caboclo: água, energia, internet, sementes, mudas e ATER e ATEG (presencial ou virtual). Por fim, ONGs, na minha concepção, só para executar o que já existe de políticas públicas, com metas humanas bem definidas, sem congressos, encontros de lideranças, GTs, seminários e AFINS. Deixar ONG solta, como sempre esteve, é continuar com a festa dos bilhões e a perpetuação da pobreza e do teatro.

Matéria do jornalista Marco Dassori, em www.jcam.com.br

THOMAZ RURAL

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