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Agora a moda é a BIOECONOMIA. Falam como se fosse resolver TUDO, pra ontem, e também resolver o problema de quem ainda não comeu no dia de HOJE. Sei que é um caminho, mas longo para beneficiar o caos social e econômico de HOJE que o modelo PIM/ZFM ainda não resolveu, nem na capital.
Resolvi levantar no site do Banco Central do Brasil quanto foi aplicado do PRONAF ECO (Energia renovável e SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL) em nosso ESTADO, no AMAZONAS, nos últimos 6 anos.
Em seis anos, isso mesmo, 6 anos, desde 2015, NENHUM Pronaf ECO foi feito no Amazonas, apesar da “sustentabilidade ambiental” se fazer presente em vários e bonitos discursos, mas na pratica o Banco Central do Brasil mostra que nada foi feito para melhorar a vida no homem que verdadeiramente defendeu a floresta em pé. Só discurso aqui e pelo mundo afora…isso precisa mudar.
Nesses anos, foram aplicados 494 milhões no Brasil, nenhum centavo no Amazonas.
São dados para reflexão, e pauta para as comissões de Meio Ambiente, do CEDRS, CEAPO e da Assembleia Legislativa.
É inaceitável que o ESTADO mais preservado do MUNDO não tenha tido um PRONAF ECO. É estranho! O governador certamente vai procurar entender as razões e virar o jogo do PRONAF no Amazonas em prol do produtor rural.
Sei que todos os Pronaf´s devem ser sustentáveis, mas se os Pronaf´s com DNA verdadeiramente “sustentáveis” não andam, imagino os outros.
Não estou culpando ninguém, mas é um alerta do Banco Central do Brasil que precisa ser discutido. Se serve aos outros estados, porque não para nossos produtores rurais?
THOMAZ RURAL



