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Defender a BIOTECNOLOGIA como alternativa econômica para o Amazonas pode até ser um bom caminho pra mim, que estou aposentado, tenho minha previdência pública e privada, ou seja, posso até esperar mais 50 anos de Zona Franca de Manaus para esse “novo” modelo gerar emprego e renda NO INTERIOR.
Mas para os quase 50% de amazonenses que vivem na POBREZA certamente essa não é a opção, é injusto com esse povo que preservou 97% da floresta. É um desrespeito com essa gente. É dizer pra esperar mais 50 anos de ZFM para você ter direito a se alimentar bem.
Num país que é destaque mundial na produção de alimentos, e que tem uma EMBRAPA repleta de tecnologias SUSTENTÁVEIS com reconhecimento internacional, é uma péssima estratégia defender a INTOCABILIDADE da floreta para manter o PIM.
Não precisamos de mais “ESTUDOS” sobre o Amazonas preservado (97%), precisamos de “estudos” pra saber a razão do governo federal ter disponibilizado 15 milhões para o extrativista, e no Amazonas, ONG´s e governo federal, não colocaram nem 50 mil reais desses 15 milhões no bolso do extrativista. Isso sim é urgente! Isso sim é preciso a cobrança parlamentar! É uma política (PGPMBIO) para as PESSOAS que já existe (curtíssimo prazo), agora defender a BIOTECNOLOGIA negando a possibilidade do produtor rural continuar CULTIVANDO e CRIANDO ANIMAIS para COMER, VENDER e GERAR EMPREGO E RENDA, eu não aceito, não é esse o melhor caminho para os 350 mil produtores rurais do estado.
A EMBRAPA já tem estudo suficiente para mostrar que temos todas as condições de fazer AGRICULTURA e PECUÁRIA em nosso estado. Não é preciso “novos” estudos…é só visitar a EMBRAPA.
Um absurdo!
THOMAZ RURAL
https://bncamazonas.com.br/poder/e-preciso-diversificar-modelo-zona-franca-manaus-diz-ramos/



