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Abaixo, disponibilizo o link do site “METROPOLES” com a entrevista do atual presidente do INCRA, Geraldo Melo Filho.
Concordo, plenamente, com o pensamento do novo presidente da Autarquia. As terras da Amazônia precisam ter dono, e que o uso da tecnologia é prioridade para que isso aconteça. Com essa dimensão geográfica só a tecnologia pode agilizar esse processo que conta com 200 mil processos em andamento.
São nossos velhos conhecidos entraves, a Regularização Fundiária e o Licenciamento Ambiental/Dispensa, que impedem o maior acesso ao crédito e, com isso, ao desenvolvimento sustentável da economia do nosso estado.
É muito bom saber que o INCRA já pensa no uso da tecnologia para a Regularização Fundiária, mas ainda não percebo tal avanço na questão da dispensa e/ou licenciamento ambiental. A ferramenta tem sido usada para multar quem fere a lei. Concordo, tá correto! Mas qual a razão de não utilizar a ferramenta para outras ações? Se ainda não existe, vamos priorizar esse debate. Mais uma pauta para o CEDRS.
Sem resolver esses gargalos, a tendência é o aumento do desmatamento e da pobreza, da insegurança alimentar e nutricional, tudo que realmente não queremos.
Ano passado, ainda no governo, participei de duas ou três reuniões sobre o ZEE na sede da SEMA. Como anda esse assunto, que também é vital ao nosso estado?
Imperdível a leitura da entrevista…
THOMAZ RURAL



